sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

História do Futuro

Numa manhã de Sábado estava Carolina sentada na sua secretária quando viu através da janela um livro em cima de um banco do jardim, rapidamente desceu até lá e pegou nele. Regressou ao seu quarto e quando o abriu concluiu que se tratava de um diário. Sabendo que não estava a agir bem, mas como era muito curiosa, começou a lê­lo e verificou que pertencia a uma rapariga que vivia na mesma cidade que ela e que tinha a sua idade, dezasseis anos.
Depois de ter lido algumas páginas do diário ficou com uma grande vontade de conhecer a sua dona, pois tinham características iguais e os seus problemas eram comuns.
Carolina leu mais algumas páginas à procura de algumas indicações que a pudessem levar à proprietaria do mesmo. Uma certeza Carolina tinha, quem quer que fosse não podia estar muito longe.
Com o passar dos dias, Carolina começou a desanimar pois a tarefa de encontrar a dona do diário tinha-se tornado mais difícil do que ela julgara. Porém começou a aperceber-se que tudo o que lhe acontecia era estranhamente parecido com o que estava descrito no diário.
Primeiro pensou que esse acontecimento estava relacionado com o facto de ter a sua atenção muito centrada no diário, mas depois percebeu que tal deveria ser impossível. Os dias foram passando e Carolina continuava à procura da dona do diário mas, inexplicavelmente, continuavam a acontecer-lhe situações iguais às narradas no diário.
Com tantas coincidências, Carolina começou a desconfiar que o diário tinha qualquer coisa de mágico pois, por muito que ela tentasse alterar o rumo dos acontecimentos, elas acabavam sempre por acontecer tal como estavam no diário. Foi assim que Carolina começou a perceber que aquela era a sua vida mas, quando pretendeu ver qual iria ser o seu futuro, o que estava escrito no diário, a partir daquele momento, começou a desaparecer lentamente deixando-a na incógnita quanto ao futuro.
Com isto, Carolina concluiu que se deve viver um dia de cada vez, aproveitando a vida ao máximo.

Andreia Araújo, 12°A

1 comentário:

Anónimo disse...

Gostei desta estoria embora tenha achado muito previsivel logo no inicio no entanto gostei e nao previa de todo o desfecho final.